Olá equipa do projecto Medeia:-), olá prf.Lina:-), olá a todos os presentes:-)
Tenho vindo até "aqui" algumas vezes espreitar(voyeur;-)))porém, paenas para verificar como se processam os caminhos . E sinceramente julgo que estão fáceis.(navegabilidade).
Li com atenção as páginas do "livro" que colocou(aram) e tenho algumas "reticencias", ou melhor, algumas experiencias enquanto aluna do CEM4, que as "carrego com muito carinho ". Porém, uma situação que aconteceu com freuqência e mais recentemente, num curso que estive a co-monitorar , nesta modalidade, que é o seguinte:
1- temos por hábito dar "respostas" aos desafios propostos pelos tutores/professores e ESQUECEMOS com frequencia as respostas já anteriormente "dadas" pelos colegas:-((. Tudo acontece como se fosse a 1ª VEZ QUE SE ESTIVESSE A RESPONDER AQUELA QUESTÂO, esuqecendo ou melhor, nem comentando praticamente o que anterirmente foi dito.
AS MINHAS PERGUNTAS ( ou melhor, gostaria de ouvir as Vossas opiniões ) :
- Quais as razões para isto suceder? Acontece com frequencia ou apenas o "meu caso de aluna foi uma situação isolada"?
- Será que o Contrato de aprendizagem, que refere a "qualidade das intervenções assim como o numero de intervenções" deverá estar mais explícito neste ponto? (julgo que mesmo que se chame a atenção...isto sucederá (mas é apenas a minha percepção..ou melhor..expectativas)
- Tb penso que o tutor aqui poderá ter um papel "orientador" no caso de verificar que esta situação sucede...não ?
É que julgo que "o enriquecimento pela partilha " que referem e que sou apologista..pode "caír por terra" :-((((.
Não são bem...perguntas...diria que estou a pensar "alto" em algo que me peocupa bastante, pois para além do que disse anteriormente, a "partilha não saír enriquecida", corremos o risco de alguns participantes "fugirem" .-(((..Não acham prfs e colegas?
Apenas um "pensar alto" ;-)
E ainda tenho mais preocupações .-)),mas para ´hoje...fico por aqui :-)
Um ()()
Glória
Problema das discussões
Quarta, 14/06/2006 - 10:54 — lina morgadoOlá Glória
A sua questão é importante...e difícil! Vou tentar comentar por partes, oK?
A Glória diz "1- temos por hábito dar "respostas" aos desafios propostos pelos tutores/professores e ESQUECEMOS com frequencia as respostas já anteriormente "dadas" pelos colegas:-((. Tudo acontece como se fosse a 1ª VEZ QUE SE ESTIVESSE A RESPONDER AQUELA QUESTÂO, esuqecendo ou melhor, nem comentando praticamente o que anterirmente foi dito." Penso que esta situação se deve ao facto de, na relação pedagógica, estarmos marcados pela visão e experiência de um tipo de relação entre prof e estudante. Ora, neste tipo de ensino, e no caso do curso que frequentou, digamos que a relação é mais horizontal, onde todos tem um papel para a construção do conhecimento. Penso que isto é muito frequente e não é só o seu caso. É uma aprendizagem a fazer e à qual damos muita importância nos módulos de ambientação dos cursos.
Será que o Contrato de aprendizagem, que refere a "qualidade das intervenções assim como o numero de intervenções" deverá estar mais explícito neste ponto? (julgo que mesmo que se chame a atenção...isto sucederá (mas é apenas a minha percepção..ou melhor..expectativas)
O Contrato de Aprendizagem deve explicitar o mais possível tudo, na medida em que o estudante deve ter claro à partida quais são as regras e com o que pode contar possibilitando uma certa adaptação das expectativas e concepções que tem à partida. No que se refere às intervenções (nº e qualidade), o prof/tutor deve clarificar dado que isso se relaciona com o plano pedagógico desenhado e naturalmente com a dinâmica que pretende imprimir na disciplina. Ou seja, propõe discussões deverá ficar explicito se são avaliadas ou não, e quais os critérios da avaliação.
Penso que estas questões que coloca são importantes. Dizer que este ensino se baseia na interacção não chega. A interacção deve ser cultivada e produtiva para haver ganhos. Para que seja cultivada , ela deve ser "desenhada", planificada pelo prf/tutor...não se pode esperar que se dê espontâneamente...se estivermos à espera de facto ela pode ser episódica e tendencialmente vir a extinguir-se.
Penso que temos aqui muita matéria para discussão. um abraço
Lina Morgado
Esta questão é muito
Quarta, 14/06/2006 - 21:33 — josemotaEsta questão é muito interessante porque é realmente um dos aspectos que os nossos hábitos enquanto estudantes tornam difícil mudar e sobre o qual é preciso trabalhar bastante, seja por indicação directa seja por modelação.
De qualquer modo, acho que isso é mais frequente no início, quando as pessoas estão ainda a familiarizar-se com um contexto de comunicação e de aprendizagem que é novo. À medida que as coisas avançam e o grupo ganha maturidade e coesão, as pessoas tendem a começar a valorizar e a apreciar a possibilidade de ter diálogos múltiplos e de aprofundarem as reflexões com um número alargado de pessoas e não só com o professor (quando as coisas não correm mal, claro :-)) Aí acho que a Glória tem toda a razão, quando diz que o tutor tem um papel fundamental na facilitação e modelação dessa forma de participar nas discussões.
Quanto a isto vir explicitado no Contrato de Aprendizagem, assim de repente tendo a discordar. Acho que a função do contrato é dar informação tão clara quanto possível sobre objectivos, actividades, calendarização, modos e instrumentos de avaliação, etc. Introduzir demasiada informação complementar e/ou explicativa poderá torná-lo desnecessariamente longo e complexo, e retirar-lhe muita da eficácia que pode ter em termos de servir como foco orientador do estudante. Até porque um dos documentos normalmente distribuídos durante a fase de ambientação é o Guia do Estudante Online, onde se encontram sugestões e recomendações sobre como participar nas discussões.
[] José Mota
Palavra Mágicas introduzidas - Coesão ; Maturidade;interacçaõ;
Quinta, 15/06/2006 - 13:04 — Glória ÁguasOlá prf.lina, olá prf.josé Mota,olá a todos
Pois estive a ler atentamente os Vossos comentários e como a prf.lina refere a "interacção "não nasce espontaneamente.Terá que ser desenhada previamente (não obstante ,como a prf.refere que depois todos os envolvidos [prf/alunos], terão que a "cultivar- desenvolver].
Realmente em relação ao contrato de aprendizagem, tendo a "tombar mais para o lado" do prf.José Mota quando refere que no contrato não pode "estar tudo...podento caír na exaustão". No entanto julgo, e aqui pelo que conheço e a experiencia que tive enquanto aluna da prf.lina que ao referir que deverá "vir quase tudo" , não quis dizer ir "ao pormenor" , ao detalhe...Não foi prf? ´
Terá que existir o "nosso bom senso" mas acima de tudo uma enorme motivação para "aprofundar" os conteudos; as discussões. E na minha opinião é aqui , como os prf.s referem por outras palavras(??) :é que temos que (re)aprender um novo modelo de trabalho e de raciocínio...e acima de tudo de "postura". Sermos "proactivos", comparando com a atitude mais "passiva" das experiencias que todos tivemos , presencialmente.
Posso esclarecer
se pretenderem, esta minha opinião.
Um outro aspecto que me chamou MUITO A ATENÇÃO foram as palavras do prf.José mota :Coesão e Maturidade.Pois ...tb concodo que evoluímos ( e aqui estou a falar e a referir-me sempre a experiencia enquanto aluna, óbvio). Evoluímos...no entanto é necessário chegar a um nível de coesão "forte" (bem...coloquei aspas, porque...ou HÁ OU NÃO HÁ
) [mas acho de bom tom falar assim
].É necessária essa evolução e "treino" (o próprio modulo de preparação , é uma chave importante para este treino)...A coesão..."virá [ou não] a ser construída".(como em qq curso presencial).E voltando à questão que coloquei inicialmente no título:"Partilha ou Vontade de se ouvir" - a ausencia de feedback ou um feedback completamente desasjustado "pode querer dizer muitas coisas"...como por exemplo :"Falta de coesão ".Será ?Não estou a afirmar...apenas a colocar uma hipótese
Um()()
até já
gloria
ps e não fiz referencia a um [] que o prf.José Mota falou :"Clima Organizacional" ( ou por outras palavras a "relação que se estabelece entre prf. e alunos ( e acrescento..entre "nós" alunos).Fica para próxima:-)
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